terça-feira, setembro 06, 2005
... vamos lá a ver uma coisa.. 7 megapixeis? |
Epá a cada dia que passa vejo pessoas e mais pessoas a comprar máquinas digitais todas xptos sem fazerem bem a ideia do bixinho que têm nas mãos. Eu nao percebo nada de fotografia ... ou quase nada .. mas resolvi informar-me sobre fotografia antes de comprar uma maquina e realmente optei por uma antiguinha para aprender do zero como é que esta coisa consegue captar momentos únicos da nossa vida. Vai daí que hoje resolvi tentar dar umas pequenas luzes para quem estiver interessado.
A máquina fotográfica tem dois valores reguláveis que influenciam a forma como a fotografia vai sair. Estes são a abertura do diafragma e a velocidade do obturador. Ok vamos simplificar estes nomes. Uma objectiva é um olho. Estes dois valores indicam o quanto o olho está aberto (abertura do diaframa) e o tempo que vai estar aberto (velocidade do obturador).
Basicamente é isto ... depois há milhentas possibilidades que se podem fazer com isto e com outras coisices ainda mais giras...O segredo (sempre) é informarem-se... Se voçes puserem o modo manual nas vossas máquinas vão conseguir regular isso e vão obter resultado muito fixes... agora experimentem o mais que possam .. Agora quanto aos famigerados 7 ou 5 megapixeis.... Essa historia (como muitas outras) é puro marketing (ei ja agora pessoal do marketing .. façam-me um favor.. matem-se) ... e muitos são levados por isso... o gajo comum nao necessita mais do que 1 megapixel ... a não ser que estejam a pensar em imprimir um cartaz do tamanho da torre dos clérigos.. Posso parecer um teórico... mas quem me conhece sabe que eu sou muito pouco perfeccionista e que ligo pouco a isto tudo e sinto a fotografia como uma necessidade urgente de captar o momento e não penso muito nas luzes mas sim mais no momento, nas expressões e na composição que pretendo captar... de qualquer forma amigos.. deixo o mote.. acordem.. nem sempre é necessário gastar os vossos eurinhos em máquinas ultrasónicas... E agora pensem comigo ... cada familia tem a sua máquina digital hoje em dia... Se arredondar-mos para os 200 euros cada maquina ....epá .. assim por alto estou a ver mais de 100 milhões de euros muito mal gastos... já viram a quantidade de aldeias que poderiamos reconstruir para os pobres coitados cujas casas foram comidas pelos incendios? Estes gajos sem culpa nenhuma ... NENHUMA! Mas não ... preferimos fazer os nossos DVD's com fotografias e guardar religiosamente as 2000 fotografias das ferias no computador... para um dia um virus as apagar... e guardamos religiosamente porque temos um cristo pendurado na entrada de casa.. irónico não é?
já estou a divagar demais.. é a velha guerra analógico digital.. faz-me revolver por dentro .. eu estou do lado analógico sem dúvida... e vocês?
Pensem nisso...
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A minha menina :)
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# escrito por andre @ 11:13 da manhã
ler tudo
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não penses nesta palavra
alalia
do Gr. a, priv. + lalia, fala
s. f., Med.,
paralisia dos órgãos da fala;
mutismo acidental.
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não penses nesta letra
Hereditário - Sam the kid
Não sei se sou um plano ou um acidente com tesão,
Originado com paixão ou com sexo pós discussão,
Na raiz urbanizada na calçada e no alcatrão,
Não te esqueças de onde vens ou és esquecido então,
Eu só ponho uma questão, qual é a razão da minha
origem,
Não te fies na virgem, porque elas fingem e não
dizem,
E caso case ainda te acusam do que trazem,
O ladrão da paz e harmonia fácil empatia,
Com a máxima ironia, omitindo medos,
Paredes têm ouvidos construídos para segredos,
Quando é que tu desabafas?
Depois de 3 garrafas de vinho, ou 20 palavras que eu
não adivinho,
Enquanto a dor ecoa, habituado a que ela doa,
Porque quem amamos mais é quem nos mais magoa,
Ah! Amar e amar, há ir e nunca mais voltar,
Ao lar doce lar até que a morte ou uma traição
separe,
Mentiras omitidas é estranho é quando ocultam cenas,
A paz é singular ou há discussões às dezenas,
Sem qualquer motivo o final nunca é conclusivo,
Apenas um alivio assinado num livro, de onde eu
derivo,
Agora mais vivo, tornei-me no que eu sou,
Dou e recebo e se eu bebo bué é porque saio ao meu
avô,
É hereditário fluxo sanguinário que se transmite,
Ele sai a quem, feio ou bonito podes dar um palpite
que eu não me irrito,
Espaços da casa não ocupados trazem saudades e pensar
nisso é que eu evito,
Eu divido o tempo, na TV noutro evento,
Para não pensar em ti e fazer passar a dor como um
dente,
E toda a gente pergunta, a quem é que ele sai? A quem
ele sai?
Sou má goela porque eu saiu ao meu pai,
E toda a gente pergunta, ele sai a quem? Sai a quem?
Se acordo tarde é porque eu saiu à minha mãe,
Mas ta-se bem não há beef nunca houve desde novo,
Sem confirmação na comunicação e sem interesse,
Na certeza do amor, com a ausência da razão que eu
desconheço,
Não me convence,
Menciono o plano, de ter o nono ano,
E eu bano o resto eu manifesto-me através do som,
Converso em verso comigo e com o beat,
Com pitt no cubículo onde fico horas sem pressas e sem
demoras eu,
Pareço um ótario operário no meu endereço,
A preço ofereço um corpo solitário preso,
Em posse duma trombose,
Super avozinha fodeu a minha Susana tu chama os
bombeiros,
Mas a vida não para e avança como ponteiros,
Eu contei os anos inteiros até à mudança,
Tolerância cancelada e descansa enfermeiros,
E os primeiros pensamentos são de assumir uma
herança,
Em criança numa casa portuguesa com certeza,
Manca-me debaixo da mesa com a mão presa à cabeça,
A pensar que não aconteça e valesse a pena a batalha,
E eu quebro a cena, tal pai tal filho, tal pai tal
falha,
Não conheço um posto para fazer um juízo,
Porque isto nunca foi penoso isto é o meu paraíso,
E eu economizo ao comunicar isto em concreto,
E eu fico indeciso se eu quero ficar vazio ou
completo,
A mim não me compete fazer a escolha,
Só escolho fragmentos de momentos duma recolha,
De sentimentos, e eu sento e minto se eu disser que
não sinto a tua falta,
Sinto a ausência duma falta de paciência que te
exalta,
Ou exaltava, porque agora silêncio é despertador,
Que desperta humor desperta a dor em mim que eu....
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