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segunda-feira, outubro 10, 2005

... Dois caminhos para a minha vida


Cuarta Declaración de la Selva Lacandona

AL PUEBLO DE MEXICO
A LOS PUEBLOS DEL MUNDO
Hermanos:
Nosotros nacimos de la noche. En ella vivimos. Moriremos en ella. Pero la luz será mañana para los más, para todos aquellos que hoy lloran la noche, para quienes se niega el día, para quienes es regalo la muerte, para quienes está prohibida la vida.


Para todos la luz. Para todos todo.


Nuestra lucha es por hacernos escuchar, y el mal gobierno grita soberbia y tapa con cañones sus oídos.

Nuestra lucha es por un trabajo justo y digno, y el mal gobierno compra y vende cuerpos y vergenzas.

Nuestra lucha es por la vida, y el mal gobierno oferta muerte como futuro.

Nuestra lucha es por la justicia, y el mal gobierno se llena de criminales y asesinos.

Nuestra lucha es por la paz, y el mal gobierno anuncia guerra y destrucción.

TECHO, TIERRA, TRABAJO, PAN, SALUD, EDUCACIÓN, INDEPENDENCIA, DEMOCRACIA, LIBERTAD, JUSTICIA Y PAZ.

Estas fueron nuestras banderas en la madrugada de 1994. Estas fueron nuestras demandas en la larga noche de los 500 años.

Estas son, HOY, nuestras exigencias.

Manifiesto. Por el Comité Clandestino Revolucionario Indígena-Comandancia General del
Ejército Zapatista de Liberación Nacional.



They've incorporated their culture and their values in the city and they've enriched the city
Both like, from uh, you know a work ethic. You know the restaurants and the music and it's really a diverse city
I mean you walk through the Vany Oven yu-you know you go through Korean neighborhoods,
Old Jewish neighborhoods, Arab big neighborhoods, uh, Pakistani-Indian neighborhoods.
It's incredible. The intensity... I think yeah, development has pushed us away from other people.
You know, a lot of times people are rude because they want like immediate access or immediate information.
You know some things in life can't be immediate, sometimes you gotta wait and let things happen
People are like increasingly rude. Like I'll say someone will get in a cab, we'll say I'll get em there in 5 minutes.
And they'll say, It should only take 3. Now who gives a shit if it takes 5 minutes or 3 minutes, who cares?
At the end of your life nobody's gonna put shit I got in a cab in fi-seven minutes instead of three.
It doesn't matter technology has made us slaves of the time.
Naw, a lot of people that are really have technical jobs they're slaves to time.
Time's the essences of life it seems like. And they're basically like losing it
They're losing the essence of their life because, you know, their life is like just going away and,
Their not enjoying it because their so engrossed in efficiency and productivity and shit like that.
It's almost sad. They all come here from somewhere else like seeking their fame and fortune or,
Their tap jobs and they're and caree-you know, in their in their industries.
They get very engrossed in it and they into these you know these cell phones and computers
And I think the real important things in life are you know, people and your family.
I think you don't realize that, a lot of people don't realize that until they're older.
I think there's going to be a backlash against technology.
Nitin Sawhney - Street Guru



 #  escrito por andre @ 3:14 da tarde ler tudo

Pensamentos do dia:

El viento viene,
El viento se va;
Por la frontera...
El viento vien,
El viento se va;
El hombre viene,
El hombre se va;
Sin mas razon...
El hombre viene,
El hombre se va;
Ruta Babylon...
Por la carretera...
La suerte viene,
La suerte se va;
Por la frontera...
La suerte viene,
La suerte se va;
El hombre viene,
El hombre se va;
Sin mas razon...
El hombre viene,
El hombre se va;
Cuando volver,
Por la carretera...  
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não ouças esta cena


   

não penses nesta palavra


alalia


do Gr. a, priv. + lalia, fala

s. f., Med.,
paralisia dos órgãos da fala;
mutismo acidental.


não penses nesta letra


Hereditário - Sam the kid


Não sei se sou um plano ou um acidente com tesão,
Originado com paixão ou com sexo pós discussão,
Na raiz urbanizada na calçada e no alcatrão,
Não te esqueças de onde vens ou és esquecido então,
Eu só ponho uma questão, qual é a razão da minha origem,
Não te fies na virgem, porque elas fingem e não dizem,
E caso case ainda te acusam do que trazem,
O ladrão da paz e harmonia fácil empatia,
Com a máxima ironia, omitindo medos,
Paredes têm ouvidos construídos para segredos,
Quando é que tu desabafas?
Depois de 3 garrafas de vinho, ou 20 palavras que eu não adivinho,
Enquanto a dor ecoa, habituado a que ela doa,
Porque quem amamos mais é quem nos mais magoa,
Ah! Amar e amar, há ir e nunca mais voltar,
Ao lar doce lar até que a morte ou uma traição separe,
Mentiras omitidas é estranho é quando ocultam cenas,
A paz é singular ou há discussões às dezenas,
Sem qualquer motivo o final nunca é conclusivo,
Apenas um alivio assinado num livro, de onde eu derivo,
Agora mais vivo, tornei-me no que eu sou,
Dou e recebo e se eu bebo bué é porque saio ao meu
avô,
É hereditário fluxo sanguinário que se transmite,
Ele sai a quem, feio ou bonito podes dar um palpite que eu não me irrito,
Espaços da casa não ocupados trazem saudades e pensar nisso é que eu evito,
Eu divido o tempo, na TV noutro evento,
Para não pensar em ti e fazer passar a dor como um
dente,

E toda a gente pergunta, a quem é que ele sai? A quem ele sai?
Sou má goela porque eu saiu ao meu pai,
E toda a gente pergunta, ele sai a quem? Sai a quem?
Se acordo tarde é porque eu saiu à minha mãe,

Mas ta-se bem não há beef nunca houve desde novo,
Sem confirmação na comunicação e sem interesse,
Na certeza do amor, com a ausência da razão que eu
desconheço,
Não me convence,
Menciono o plano, de ter o nono ano,
E eu bano o resto eu manifesto-me através do som,
Converso em verso comigo e com o beat,
Com pitt no cubículo onde fico horas sem pressas e sem demoras eu,
Pareço um ótario operário no meu endereço,
A preço ofereço um corpo solitário preso,
Em posse duma trombose,
Super avozinha fodeu a minha Susana tu chama os bombeiros,
Mas a vida não para e avança como ponteiros,
Eu contei os anos inteiros até à mudança,
Tolerância cancelada e descansa enfermeiros,
E os primeiros pensamentos são de assumir uma herança,
Em criança numa casa portuguesa com certeza,
Manca-me debaixo da mesa com a mão presa à cabeça,
A pensar que não aconteça e valesse a pena a batalha,
E eu quebro a cena, tal pai tal filho, tal pai tal falha,
Não conheço um posto para fazer um juízo,
Porque isto nunca foi penoso isto é o meu paraíso,
E eu economizo ao comunicar isto em concreto,
E eu fico indeciso se eu quero ficar vazio ou completo,
A mim não me compete fazer a escolha,
Só escolho fragmentos de momentos duma recolha,
De sentimentos, e eu sento e minto se eu disser que não sinto a tua falta,
Sinto a ausência duma falta de paciência que te exalta,
Ou exaltava, porque agora silêncio é despertador,
Que desperta humor desperta a dor em mim que eu....





não penses nesta cena

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